Não acertei meu passo ao seu lado.
É hora de não mais dizer até logo -
nada haverá depois do fim.
Deixo o paço que te construí,
seu conforto tão insistentemente reclamado,
mas não me conformo de você não mais ser minha
e eu de você – pra sempre -,
embora o id me peça pra te
esquecer.
Volto a perseguir meu destino de antes :
é de dores e dúvidas o meu caminho ;
na minha estrada se anda sozinho.
na minha estrada se anda sozinho.
Como te amo ! Sempre te quis !
e ainda te desejo de saia jeans e douradas tranças,
o sorriso no rosto e o andar de como quem dança.
Vem cá, deixa eu te acariciar vermelho e dentro,
consolar-te, consolar-me
da nossa derrota num último
lamento.
Deixa eu encostar minha cabeça no teu seio
tão de mãe, tão voraz, tão sem paz, que me faz
assim tão não-eu, tão sem-mim, tão não-seu.
Senta no meu colo e me beija uma última vez ;
Não chore, eu não sei, eu também não sei
o que fazer com os restos do melhor de você.
Só espero que me rasgue,
quando me terminar de ler.

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